segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Sem enrolação para carregar a carretilha

Especialista explica um macete para você trocar ou abastecer de linha seu equipamento

INTERNADICACARRETILHA2805.jpgA maioria das carretilhas de perfil baixo disponível no mercado está cada vez mais compacta. Esse detalhe dificulta passagem da linha de um lado para o outro e para a confecção do nó, que vai prender a linha no carretel. Por sua vez, a maioria dos carretéis possuem orifícios (pequenos furos), que serve para aliviar o peso mesmo e ainda podem nos auxiliar nessa importuna tarefa.
Muito simples: primeiramente passe a linha pelo guia de linha da carretilha. Em seguida, coloque a ponta da linha dentro de um orifício e para finalizar gire a manivela da carretilha até a linha sair do outro lado.
Pronto! Conseguimos com simplicidade passar a linha sem ter que ficar colocando o dedo ou algum alicate que possa danificar o carretel.
Após esses passos a linha estará pronta para a confecção do nó de carregamento.
Fonte: Pesca & Companhia

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Dourados nos pesqueiros

Como pescar os "reis do rio" em pesque-pagues? Confira as dicas de quem entende do assunto

pesqueirosQuando iríamos imaginar que o dourado, amante das correntezas, poderia se adaptar tão bem em águas paradas?
Apesar de não se reproduzir em cativeiro, o “rei do rio” cresce muito nesse ambiente e hoje já temos notícia de grandes exemplares capturados em águas paradas de pesqueiros espalhados por todo o Brasil.
Como em seu habitat natural o dourado costuma caçar na meia-água e na superfície, utilizei uma bóia torpedo, sempre atento ao tamanho (profundidade) do líder e da isca. No caso dos ambientes modificados, a espécie não tem preferência de local e está sempre ativa, nadando por todos os cantos atrás de suas presas.
Uma isca interessante muita usada em pesqueiros é a salsicha, que pode flutuar ou não. Em geral, as de frango são flutuantes. Faça testes, pois certos pesqueiros não permitem o uso de isopor para que elas flutuem. Iscar a salsicha é muito simples, mas o maior problema está no arremesso, pois ela pode soltar.
Podemos resolver facilmente com macarrão espaguete, que trava o anzol dentro da salsicha. Ao entrar em contato com a água amolece, se torna alimento e não agride as espécies. Por se tratar de um peixe de forte dentição, o encastoado se faz necessário para evitar a quebra da linha. (Juninho)
Com iscas vivas
Embora a salsicha seja uma excelente isca para os dourados, tem dias que eles estão mais enjoados e querem “algo diferente” para se alimentar. O negócio então é procurar as espécies forrageiras que dividem a mesma represa com os “reis do rio”, casos das tilápias, dos lambaris e, em determinadas ocasiões, até mesmo traíras pequenas podem servir. As tuviras também funcionam, mas pode ser que custem caro e sejam, pasmém, rejeitadas pelos dourados acostumados a se alimentar com ração e essas espécies menores.
Use anzol de robalo, modelo wid gap, de preferência com cabo de aço para evitar a ruptura da linha (monofilamento de 0,35 mm é o suficiente) e bóia toperdo regulada para manter a isca viva na meia-água.
Lembre-se sempre: o lambari ou tilápia deve ser iscado de forma que se mantenha vivo, nadando, como se estivesse fugindo desesperado. Isso o tornará irresistível para os dourados e até mesmo para outros predadores que estão na represa. Não se assuste se uma pirarara, por exemplo, aparecer de surpresa. No entanto, é muito mais comum as matrinxãs serem as “intrusas” nesse tipo de pescaria.
Se o arremesso for no ponto certo, não tenha dúvida de que em pouco tempo a boiá irá afundar. Aí basta ter calma, caprichar na fisgada e esperar o dourado pular. Dizem os mais experientes que se no terceiro pulo ele não se soltar, está muito bem fisgado. (Lielson Tiozzo)


Fonte: Pesca & Companhia

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Isque a tuvira mais rápido

Uma forma muito eficiente de fisgar a tuvira para a pesca de grandes predadores

TUVIRAGRANDEEntre uma fisgada e outra, descobri uma das maneiras mais rápidas e prática de prender a tuvira no anzol é pela boca. Para isso, basta utilizar um pequeno pedaço de fio de cobre, que pode ser conseguido a partir de um pedaço de cabe elétrico, furando a mandíbula inferior da isca e amarrando na anilha do cabo de aço. Isso fará com que ela fique mais segura e reta no anzol, evitando que gire e torça a linha.

Fonte: Pesca & Companhia

Massa especial

Aprenda a preparar um trato de primeira qualidade para peixes de água doce

dicas_massaespecial.jpgMisture duas partes iguais de farinha de trigo e de fubá. Adicione água e uma colher rasa de manteiga para evitar que os pedaços de massa se misturem. Em seguida faça bolinhas, passe-as no fubá e cozinhe em água fervente.
O processo é muito rápido. Quando a bolinha subir à superfície é a hora de retirá-la. Leve-as à água fria logo em seguida para dar um choque térmico. Agora basta armazenar em uma garrafinha de água, que não deixa odores, e utilizar em suas pescarias de água doce.
Serve para piapara, piauçú e muitos outros!




Fonte: Pesca e Companhia

Mordida certa

Como deixar a tuvira no jeito para a pescaria de dourados e de peixes de couro

tuvira172interna.jpgQuando uso a tuvira como isca para pescar dourados, costumo cortar um pedaço do rabo com uma tesoura ou faca, a fim de deixar o anzol mais próximo da mordida do peixe.
Os dourados comumente atacam pelo rabo da isca, então a mordida é bem no anzol e a fisgada é certeira. Esse artifício também faz a isca ganhar mais direção na hora do arremesso.
Esse macete também serve para pintados, cacharas e outros bagres.
Fonte: Pesca & Companhia


Onça versus jacaré no Pantanal


Justin Black / Barcroft Media

Quem vai ao Pantanal muitas vezes tem como objetivo flagrar uma onça. Nem sempre isso é possível, porque ela costuma ser muito arisca e rápida.
Mas o fotógrafo Justin Black teve muita sorte. Durante uma visita a região que é um verdadeiro postal do Brasil ele conseguiu captar imagens de uma onça atacando um grande jacaré. Foi tudo muito rápido. O felino atravessou um canal, apanhou a presa e saiu como se fosse fácil encarar aquele bichão de couro duro.
Fonte: Pesca & Companhia

“Peixe-gota” é eleito o animal mais feio do mundo

Pesquisa foi feita pela British Science Association, do Reino Unido, pela internet





O “blobfish”, ou peixe-gota (Psychrolutes marcidus), uma espécie do Pacífico, foi eleito o animal mais feio do mundo em uma pesquisa de internet feita no Reino Unido pela British Science Association.
Segundo informações da agênciaAFP, mais de três mil pessoas participaram de uma enquete, na qual haviam diversos animais ameaçados de extinção e todos tinham uma peculiaridade: feios. O “blobfish” teve 795 votos.
Você já viu peixe mais feio?

Fonte: Pesca & Companhia